quarta-feira, 9 de março de 2011

Colher flores na chuva



Chovia lá fora, dentro algumas goteiras não incomodavam. 
Uma casa no campo e uma ampla varanda. 
Boa prosa e chá de manjericão.
Rodeados por uma imensa montanha.
Ouvíamos pingos de chuva caindo no chão.

Não há tempo a perder.
O presente momento é tudo que temos.
Contemplávamos extasiados a natureza e suas cores.
Havia muito verde, um pouco de azul, mas faltava o amarelo das flores.
Nesse momento não havia espaço para preguiça.

Colher flores na chuva,
Eis que fazia uma alma solícita 
Ela trouxe-nos o amarelo
E boas lembranças.




Um comentário:

  1. Eis a chuva que renova e, juntamente com Lapinha, são as formas perfeitas da felicidade! Ficou muito linda a poesia! Bárbbara

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