Chovia lá fora, dentro algumas goteiras não incomodavam.
Uma casa no campo e uma ampla varanda.
Boa prosa e chá de manjericão.
Rodeados por uma imensa montanha.
Ouvíamos pingos de chuva caindo no chão.
Não há tempo a perder.
O presente momento é tudo que temos.
Contemplávamos extasiados a natureza e suas cores.
Havia muito verde, um pouco de azul, mas faltava o amarelo das flores.
Nesse momento não havia espaço para preguiça.
Colher flores na chuva,
Eis que fazia uma alma solícita
Ela trouxe-nos o amarelo
E boas lembranças.

Eis a chuva que renova e, juntamente com Lapinha, são as formas perfeitas da felicidade! Ficou muito linda a poesia! Bárbbara
ResponderExcluir